terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Concurso Nacional de Leitura
Realizou-se, ontem, na Biblioteca Escolar da Sede de Agrupamento a 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura.
Os alunos seleccionados para a 2ª fase são:
José Pedro Costa – 7º ano;
Tiago Pereira – 7º Ano;
Madalena Teixeira – 9º ano
Liliana Borges – 11º ano;
Ana Catarina Lopes – 12º ano;
Marta Sofia Silva – 12º ano
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Maria Teresa Horta vence Prémio D. Dinis
O Prémio Literário D. Dinis foi atribuído, esta quinta-feira, por unanimidade à escritora Maria Teresa Horta, pelo romance “As Luzes de Leonor”.
A Fundação Casa de Mateus atribui, desde 2008, o galardão no valor de 7500€ a uma obra literária (de poesia, ensaio ou ficção) publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.
Nesta edição, o júri foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.
“As Luzes de Leonor”, lançado em 2011 pela editora Dom Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora e mulher de grande importância na história literária e política de Portugal no período conhecido como “O Século das Luzes”.
Maria Teresa Horta é neta em quinto grau de Leonor de Lorena, também esta autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.
Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta formou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e ativista do Movimento Feminista de Portugal, juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro "Novas Cartas Portuguesas".
“Amor Habitado" (1963), "Ana" (1974) e "O Destino" (1997) são alguns dos mais de vinte títulos já publicados pela autora.
Em 2010, o Prémio D. Dinis foi atribuído a João Barrento pelo livro "O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento". No entanto, desde a criação do galardão, já foram distinguidos, entre outros, outros escritores de renome como Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos.
A Fundação Casa de Mateus atribui, desde 2008, o galardão no valor de 7500€ a uma obra literária (de poesia, ensaio ou ficção) publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.
Nesta edição, o júri foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.
“As Luzes de Leonor”, lançado em 2011 pela editora Dom Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora e mulher de grande importância na história literária e política de Portugal no período conhecido como “O Século das Luzes”.
Maria Teresa Horta é neta em quinto grau de Leonor de Lorena, também esta autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.
Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta formou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e ativista do Movimento Feminista de Portugal, juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro "Novas Cartas Portuguesas".
“Amor Habitado" (1963), "Ana" (1974) e "O Destino" (1997) são alguns dos mais de vinte títulos já publicados pela autora.
Em 2010, o Prémio D. Dinis foi atribuído a João Barrento pelo livro "O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento". No entanto, desde a criação do galardão, já foram distinguidos, entre outros, outros escritores de renome como Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Valter Hugo Mãe conquista Brasil
Dois romances do português Valter Hugo Mãe foram ontem incluídos na lista do diário ‘O Globo’ dos melhores livros publicados no Brasil em 2010. ‘O Remorso de Baltazar Serapião’ e ‘A Máquina de Fazer Espanhóis’ estiveram entre as preferências dos críticos.
Valter Hugo Mãe, de 40 anos, que só tomou conhecimento da distinção ao ser contactado pelo CM, ficou "muito contente" por ver ‘oficializado’ o "entusiasmo que os brasileiros tiveram" no Verão, quando o escritor foi uma das sensações da Feira Literária Internacional de Paraty.
"As pessoas estão agora a conhecer a minha obra", disse o escritor, cujo romance mais recente, ‘O Filho de Mil Homens’, deverá ser publicado no Brasil em Abril ou Maio de 2012, altura em que viajará ao país sul-americano, tendo programadas visitas a diversas cidades.
No texto dos críticos de ‘O Globo’, lê-se que os dois livros incluídos entre os melhores de 2011 "exibem a prosa inventiva que Saramago definiu como ‘um novo parto da língua portuguesa’".
Valter Hugo Mãe revelou ao CM que o seu próximo livro só deverá ser lançado em 2013, pois a sua escrita ainda está a ser começada.
In Correio da Manhã
Valter Hugo Mãe, de 40 anos, que só tomou conhecimento da distinção ao ser contactado pelo CM, ficou "muito contente" por ver ‘oficializado’ o "entusiasmo que os brasileiros tiveram" no Verão, quando o escritor foi uma das sensações da Feira Literária Internacional de Paraty.
"As pessoas estão agora a conhecer a minha obra", disse o escritor, cujo romance mais recente, ‘O Filho de Mil Homens’, deverá ser publicado no Brasil em Abril ou Maio de 2012, altura em que viajará ao país sul-americano, tendo programadas visitas a diversas cidades.
No texto dos críticos de ‘O Globo’, lê-se que os dois livros incluídos entre os melhores de 2011 "exibem a prosa inventiva que Saramago definiu como ‘um novo parto da língua portuguesa’".
Valter Hugo Mãe revelou ao CM que o seu próximo livro só deverá ser lançado em 2013, pois a sua escrita ainda está a ser começada.
In Correio da Manhã
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Novidades da nossa Biblioteca Escolar
A infância, o Alentejo, o amor, a escrita, a leitura, as viajens, as tatuagens, a vida. Através de uma imensa diversidade de temas e registos, José Luís Peixoto escrve sobre si próprio com invulgar dessambro. este intimismo, rente à pele, nunca se esquece do leitor, abraçando-o, levando-o por caminho que passa pela ternura mais pungente, pelo sorriso franco e por aquela sabedoria que se alcança com o tempo e a reflexão.
Este é um livro de milagre e de lucidez. Para muitos, a confirmação.Para outros, oacesso ao mundo de um dos autores portugueses mais marcantes das últimas décadas.
Este é um livro de milagre e de lucidez. Para muitos, a confirmação.Para outros, oacesso ao mundo de um dos autores portugueses mais marcantes das últimas décadas.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
«Abrir um livro é como ir a uma igreja»
Gonçálo M. Tavares convidado do Professor Marcelo na TVI Assista à entrevista aqui
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
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